É mais fácil eliminar vícios, cultivando hábitos

“Out of perfection
nothing can be made.

Every process involves
breaking something up.

The earth must be broken
to bring forth life.

bring forth

If the seed does not die,
there is no plant.

Bread results
from the death of wheat.

Life lives on lives.

Our own life
lives on the acts
of other people.

If you are lifeworthy,
you can take it.”

Joseph Campbell, “A Joseph Campbell Companion: Reflections on the Art of Living.”

casca de ovo

A vida que temos hoje depende da estrutura de consciência que construímos ao longo dela. A maior parte dela se formou logo muito cedo, e vem se reforçando ao longo dos anos. Passamos a buscar a repetição de experiências passadas, agregando outras que reforcem a credibilidade das primeiras. Pois, é muito mais fácil reviver, ou melhor dizendo, repisar em terreno conhecido, seja ele macio, seja ele árido, do que lançar vistas à novas paisagens com intenção de explorá-las.

Quando mencionamos estrutura de consciência, temos uma sensação de algo pouco palpável. Mas a bem da verdade, essa estrutura atinge todos os níveis, por onde a consciência flui: físico, emocional, mental e intuicional.

Imagine a estrutura de consciência como uma teia de aranha, onde há os feixes principais, unidos e reforçados por feixes menores. Há padrões comportamentais muito enraizados, reforçados ao longo do tempo pelo uso: são os feixes principais. E outro menores, mais recentes, mas firmemente ligados aos demais, direta e indiretamente.

Ao olhar adiante, pensando sobre sua vida, sobre onde quer chegar, é preciso também olhar para trás. Veja onde começou; tome conhecimento do caminho percorrido; note onde chegou; e saberá a direção em que está seguindo. A questão é: Está seguindo na direção desejada?

Se a resposta for sim…

Você é alguém que vem exercitando realmente o que se chama livre arbítrio. Algo que todos temos, e uma minoria faz uso. E uma maioria, pensa que faz.

Se a resposta for não…

Vem uma segunda questão, posso mudar a trajetória?

Essa é fácil responder. É claro que sim. Mas a primeira coisa a fazer é o exercício de desapego. Desapego da estrutura de consciência que o trouxe até aqui. A estrutura de consciência que define a sua forma de pensar, de sentir, e consequentemente de agir, de responder aos estímulos. Respostas baseadas em experiências passadas. É preciso incorporar o conceito/habilidade de renovar-se, destruir-se para reconstruir-se. Quantas vezes forem necessárias.

grito

Comece a observar quais padrões comportamentais não estão de acordo com os seus objetivos. Exercite incorporar padrões que estão. É mais fácil eliminar vícios cultivando hábitos. Para isso é preciso muita energia, vitalidade, persistência, obstinação.

Perceberá, que por vezes é muito fácil compreender a mudança intelectualmente. Mas os sentimentos e o corpo oferecem uma resistência atroz. Puxando para as experiências sentimentais mais obscuras, e barrando o movimento até mesmo com o desconforto físico: dores musculares, lesões articulares, doenças…

Será mais fácil e rápido recair sobre os velhos padrões, encolhido e acovardado num manto de preguiça e indolência. Uma vez que você não vai correr numa prova de Fórmula 1, com o seu velho fusquinha.

E é aí que entra o SwáSthya. As técnicas darão energia, vitalidade, demolirão padrões, incinerarão vícios. Os conceitos darão sentido, direção, razão em um processo longo, mas prazeroso, de autoconhecimento e de reeducação comportamental.

Arrisque-se!

Alan Hecktor El-Khouri

Proprietário do SwáSthya Yôga Cultural

Espaço de cultura do desenvolvimento do potencial humano para liderar, realizar e produzir mais e melhor

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